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sábado, 7 de maio de 2011

Projetos de logística prometem impulsionar Suape

Por Camila Lindoso |

Arquiteto responsável por diversos projetos de logística industrial no Complexo de Suape, André Lobo organiza um trabalho diferenciado e promissor. À frente de projetos como o Cone Suape – que engloba negócios, centro de distribuição e logística – e a Zona de Processamento de Exportação de Suape, que será um condomínio logístico voltado para a movimentação de cargas, André esclarece ao Blog Algomais como são realizados os projetos de logística portuária diante do desenvolvimento econômico da região, e o futuro promissor do setor. Com uma equipe que está há 30 anos no mercado, Lobo contabiliza 800 projetos contratados e um aumento de quase 20% nos lucros, impulsionado pelo crescimento na área de logística industrial.


Blog Algomais – Como funciona uma equipe voltada para projetos de logística industrial e qual é o diferencial desse trabalho?

André Lobo – O diferencial reside no conhecimento técnico de soluções construtivas para edificações de grande porte, sistemas e componentes que possam minimizar impactos e, sobretudo, a adoção de medidas que possam tornar mais agradável o ambiente de trabalho, como iluminação e ventilação naturais, reuso de água e conceitos de sustentabilidade.

BA – Qual é o maior desafio durante o processo de criação e efetivação dos projetos na área de logística?

AL – Acho que é a definição precisa do programa, o conhecimento da operação que será desenvolvida no armazém, e a organização dos fluxos de circulação dos veículos pesados.

BA – Na Zona de Processamento de Exportação de Suape, que será construída, como está sendo desenvolvido esse projeto, já que é voltado para movimentação de cargas?

AL – Nesse caso estamos desenvolvendo o projeto a quatro mãos, junto com a empresa CONE ZPE e os órgãos federais envolvidos, além de pesquisas e visitas a empreendimentos semelhantes. Por ser uma área alfandegada, todo o cuidado com acessos e a movimentação de carga interna foi devidamente estudado para facilitar o funcionamento das empresas que vierem a se instalar no complexo.

BA – Quais os processos entre o trabalho do arquiteto e o cliente em projetos de grande porte, como os relacionados à logística industrial no Complexo de Suape?

AL – Temos que ter uma atenção redobrada no levantamento de dados e no dimensionamento. O cliente deve passar informações corretas e definidas das suas necessidades operacionais e funcionais, o quadro de funcionários, o organograma e o fluxograma. O projeto deve refletir a identidade da empresa, e responder com soluções criativas as questões de escala, sustentabilidade, respeito às leis e ao meio ambiente.

BA – Como será dado e organizado o Cone Suape? Quais a especificidades e objetivos do projeto?

AL – O cone está ancorado em quatro grandes empreendimentos: O Cone Multimodal, o Multicenter, o ZPE e o Plug&Play. O primeiro contemplará uma plataforma logística multimodal, servida por rodovias e o ramal ferroviário existente. O Multicenter, terá um Shopping Center, um Centro de Convenções, um Polo Educacional e um Centro Empresarial. A ZPE, como já foi dito, será uma área destinada a instalação de industrias com objetivo de produzir bens destinados a exportação, e as áreas do Plug&Play, para fins industriais e logísticos diversos.

BA – O que mudou após a crescente procura de projetos para essa área?

AL – Mudou o foco. Ultimamente, estamos desenvolvendo e pesquisando uma quantidade cada vez maior de projetos nesse segmento, em quase todas as regiões do Nordeste.

BA – O setor de logística industrial é promissor?


AL – Sim, é muito promissor, devido ao crescimento industrial da região.

BA – Suape vem expandindo, com a vinda de montadoras e outras fábricas, bem como a transnordestina, quais as possibilidade de crescimento da área atuante? Levando em conta também o crescimento econômico da região?

AL – A expectativa é muito boa para toda a região nordeste, em função dos empreendimentos estruturadores em construção e em fase de início de operação. Isso movimenta toda a cadeia produtiva, da construção civil ao setor de planejamento e projetos.

Mauricio Pina





quinta-feira, 5 de maio de 2011

Rodovias federais batem novo recorde de mortes

05/05/2011 - 04h30
Rodovias federais batem novo recorde de mortes
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DE SÃO PAULO

Em todo o país, 8.516 pessoas morreram nas estradas federais em 2010, recorde pelo segundo ano consecutivo e 15,5% mais que 2009, informa a reportagem de José Ernesto Credendio e Dimmi Amora publicada na edição desta quinta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Esse crescimento é quase o dobro do aumento no fluxo de veículos nas rodovias.

Leia a reportagem completa na Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.